A vida inativa é viciante, prejudicial para a saúde e responsável pelo surgimento de muitos problemas.
O sedentarismo, a falta de estímulos e a apatia geram reflexos negativos, como:
Depressão
Dificuldade para dormir
Falta de memória
Incapacidade de lidar com situações frustrantes
Estresse
Problemas no coração
Dores e desconfortos físicos
Além de tudo, a vida sedentária também costuma ter um reflexo negativo na alimentação. Gerando efeito cascata que aumenta as chances para o surgimento de diversas doenças.
O que fazer para retomar as atividades na vida dos idosos?
Contudo, eu também sei dos desafios de propor uma rotina ativa para a vida dos idosos. Afinal de contas, eu sei que você precisa lidar com outras questões, tanto da sua vida particular, quanto da sua carreira e até da vida dos filhos.
É por esse motivo que a geração das pessoas entre 30 e 50 anos hoje é chamada de “geração sanduíche”. São pessoas prensadas entre as obrigações com a casa e os deveres com os pais idosos.
E, provavelmente, você faz parte dessa geração.
Daí surgiu o Senior Interativo
Como eu também faço parte dessa geração e sei das dores e dos desafios, desenvolvi o Senior interativo.
É o serviço cujo objetivo é permitir que o idoso viva da melhor maneira possível, respeitando seus próprios limites e preferências.
Como funciona o Senior Interativo?
Nele, enviamos um profissional especializado, a partir de 1 vez por semana, por 4 horas para realizar as atividades de estímulo cognitivo, social e físico.
Isso pode incluir caminhadas, alongamentos, exposições, teatro, cinema ou mesmo ir ao mercado, à feira, agendar e acompanhar consultas e exames, e muito mais!
Esse suporte tem se mostrado ideal para os idosos que apresentam resistência a um cuidador constante, porém já precisam de um apoio inicial e/ou assistência no seu dia a dia, bem como idosos que começam a se isolar por ter receio de sair de casa e cair na rua ou por sentirem medo da violência urbana, ou mesmo que precisem de uma companhia para se alimentar melhor.
Elaboramos uma agenda em conjunto com a família e o idoso, abrangendo os compromissos regulares que a pessoa já tem (médicos, fisioterapia, hidroginástica, acupuntura entre outros) e agregando atividades lúdicas leves, caminhadas, passeios, jogos de tabuleiro (dominó, xadrez, damas etc.) ou cartas, atividades que estimulem a memória e a agilidade mental, reuniões com amigos/parentes com os quais não conseguiam mais se encontrar e outros estímulos.
Tudo isso pode ser acompanhado no plano de atividades, em um aplicativo exclusivo da Senior Concierge.
Clique aqui e melhore a qualidade de vida dos idosos da sua família, proporcionando uma vida ativa, plena, saudável e focada em autonomia.
Ser idoso não é sinônimo de ter de “ficar em casa”. Com os avanços da medicina e os novos hábitos focados em saúde, hoje em dia cada vez mais pessoas chegam aos 80, 90 anos, plenos de saúde e energia.
Por isso, os eventos culturais têm recebido cada vez mais este público.
Neste artigo eu quero te mostrar como os eventos culturais têm papel importante na vida dos idosos e qual é a melhor solução para que o idoso tenha uma vida ativa.
Vem comigo. Fique confortável e aproveite a leitura!
Como os eventos culturais melhoram a qualidade de vida dos idosos?
Primeiro eu preciso esclarecer o que eu chamo de “melhorar a qualidade de vida dos idosos”. Afinal de contas, o que é uma vida melhor?
Pois bem, para responder vou usar os estudos de Harvard, da Unicef, da OMS e de praticamente todos os órgão de saúde que tratam sobre o tema. É quase unânime, mas uma vida feliz é uma vida plena de autonomia.
Logo, uma vida feliz é uma vida com:
Disposição
Boa memória
Bom condicionamento físico
Vida social, amigos e família
Conforto e bem-estar
Observe que todos esses tópicos estão relacionados à autonomia.
Uma pessoa que tem autonomia tem disposição, tem boa memória, tem um corpo saudável, tem amigos e uma família para lhe prestar suporte e também tem bem-estar.
Então, já que uma vida feliz é uma vida com autonomia, e estou afirmando que os eventos sociais melhoram a qualidade de vida. Resta saber: como um evento social aumenta a autonomia dos idosos? Bem, a resposta é simples: eventos sociais trazem benefícios para a saúde como um todo. O que tem impacto direto na qualidade de vida e, por fim, na autonomia.
Veja, atividades culturais são responsáveis por benefícios, como:
Diminuição do estresse
Melhora na memória
Melhora nas habilidades sociais
Aumento significativo dos hormônios responsáveis pela felicidade e o bem-estar
Diminuição dos hormônios responsáveis pelo estresse e ansiedade
Aumento do repertório artístico
Melhora significativa nos níveis de inteligência emocional – a capacidade para lidar com problemas ou situações estressantes.
Perceba que ao frequentar eventos sociais e culturais o idoso ganha ferramentas psíquicas para lidar com inúmeras situações do cotidiano.
A arte como cura para a alma
É muito comum ouvirmos a expressão “a arte é a cura para a alma” e ela é verdadeira.
Estudos focados em psicologia clínica mostram que a capacidade humana de significar o cotidiano é transformada pela arte.
Falando de maneira mais simples: quando estamos tristes e entramos em contato com uma obra que ressignifica a tristeza, somos capazes de lidar melhor com os nossos sentimentos.
É por isso que a arte é fundamental para a vida de todas as pessoas. E também precisa ser incorporada ao cotidiano dos idosos. Somente através da arte somos capazes de encontrar e entender sentimentos que de outra maneira ficariam em um ponto cego.
Quem aí já sentiu aquele arrepio ao assistir um filme ou terminar um bom livro sabe do que eu estou falando.
Está com dificuldades para iniciar uma rotina social com os idosos da sua família?
Sei que muitos filhos e netos possuem uma vida atribulada. Preocupados com as obrigações do trabalho, o cuidado com os filhos e a própria vida social, acabam afastados dos cuidados com os pais.
Pensando nisso, eu criei o serviço Senior Interativo. Desenvolvido especialmente para garantir uma vida ativa e saudável aos idosos.
Clique aqui e comece uma nova rotina para as pessoas que você tanto ama.
Eita o estresse! Aquele sentimento que atrapalha a memória, acaba com a qualidade de vida, ataca o estômago, diminui o apetite e acaba com a qualidade do sono. Não dá para brincar quando falamos desse vilão.
Hoje eu trago 5 maneiras de evitar o estresse na vida dos idosos.
São 5 conselhos práticos que você pode utilizar todos os dias e assim garantir que a vida das pessoas queridas não seja impactada por este problema tão negativo.
Já que o assunto é afastar o estresse, então a minha primeira dica precisa ser focada nos exercícios físicos. Afinal de contas, eles são responsáveis por melhoras significativas no humor e no bem-estar das pessoas.
E quando eu falo sobre exercícios para idosos, não pense que estou imaginando séries complexas, ou atividades cansativas. Nada disso. Uma caminhada diária de 15 minutos já traz muitos benefícios para a saúde. Então, não tem desculpa. É hora de se exercitar um pouquinho.
Entendemos por Rotina Social as atividades que envolvem ter contato com outras pessoas. Aqui podem ser inseridas atividades, como:
Idas ao supermercado, feira, padaria, etc.
Idas à academia, ao parque, saídas para dançar
Idas às praças e parques para jogar damas, por exemplo
Idas ao Cinema, Teatros
Visitas aos amigos, parentes e pessoas queridas
Para diminuir o estresse na vida do idoso, é importante que ele tenha ao menos uma atividade social por semana.
Ou seja, no mínimo uma visita ao mercado, parente, etc. ou alguma outra atividade que o idoso considere agradável.
Importante: minha dica leva em consideração condições normais. Caso a sua cidade tenha instruções claras para a prevenção das doenças respiratórias, ou exija a permanência dos idosos em casa, então essa dica deve ser momentaneamente desconsiderada.
Foque na alimentação e na hidratação
O estresse também está intimamente conectado com os hábitos alimentares. Por isso, entre as dicas para afastar o estresse da vida dos idosos eu preciso reforçar o papel da alimentação e da hidratação.
E aqui não há segredos. Procure um médico ou nutricionista e peça orientações claras para elaborar um cardápio ideal.
Conforto sim x sedentarismo não
Agora eu preciso falar algo muito sério para filhos e netos de pessoas idosas: levar em conta o conforto não significa colaborar com o sedentarismo.
Algumas vezes vemos nossos pais em casa o dia todo e acreditamos que eles estão confortáveis. Mas saiba que o sedentarismo é um dos piores inimigos da boa qualidade de vida, principalmente na vida dos idosos.
Por isso, não deixe que a rotina sedentária tome conta. Coloque em prática as dicas apresentadas neste artigo, mesmo que algumas delas sejam desconfortáveis no começo.
Vencer o sedentarismo é o melhor que você pode fazer pela saúde das pessoas que você ama.
Por fim, eu tenho que reforçar que todos estes hábitos só serão capazes de gerar resultados positivos se forem incorporados ao dia a dia e praticados com constância.
Por isso, a última dica é: fixe os hábitos. Garanta que eles sejam incluídos no dia a dia. Sem pressa, com calma, mas sem desistir.
A primeira atividade social que eu vou propor são as caminhadas.
Pode parecer que uma caminhada está longe de ser uma atividade social, já que ela é focada muito mais no esforço físico em si. Entretanto, isso está muito longe de ser verdade.
Caminhadas leves são oportunidades perfeitas para conversar, ficar longe do celular um pouco e ter um momento de qualidade ao ar livre.
Saídas para bate-papo
Eu chamo de saídas para bate-papo aquela visitinha programada às casas de amigos, parentes, etc.
Ter momentos sociais é fundamental para a qualidade da saúde mental e também para a regulação do humor. Por isso, marque visitinhas sempre que puder, respeitando os protocolos de segurança.
Ir ao cinema também não se parece muito com uma atividade social, mas engana-se quem pensa desta maneira.
No livro “The Storytelling Animal: How Stories make us Human” os pesquisadores descobriram que entrar em contato com outras histórias gera benefícios para o cérebro similares aos benefícios de um bom bate-papo.
Portanto, ir ao cinema, ou ao teatro, traz benefícios tanto quanto sair com um grupo de amigos.
Sair para jantar
Um delicioso jantar em família é a melhor pedida para melhorar o convívio social. Por isso, tem que estar na lista das 7 atividades sociais para propor aos idosos da sua família.
Dê preferência para os lugares menos barulhentos. Também tome cuidado para garantir que o cardápio tenha opções leves e que respeite as restrições e preferências do seu familiar.
Passeios Culturais
Vou chamar de Passeios Culturais todas as atividades que envolvam entrar em contato com expressões artísticas. Então aqui também estão inseridos:
A dança
As exposições
A música
Procure um Museu aberto na sua cidade, ou então busque um Centro Cultural. Há sempre inúmeras opções de passeios culturais disponíveis.
Dança
Sair para dançar também está entre as 7 melhores atividades sociais para melhorar a vida dos idosos da sua família.
E veja, todos podem dançar.
Existem hoje inúmeras academias que oferecem aulas especiais para pessoas acima dos 60 anos. A dança é um ótimo exercício. Aumenta os níveis dos hormônios relacionados ao bem-estar e diminui os índices dos hormônios relacionados ao estresse e a ansiedade.
Jogos desafiam a mente e são uma alternativa incrível para quem deseja expandir o círculo social. Sabemos que é muito difícil fazer amigos, sobretudo na vida adulta. Essa dificuldade aumenta ainda mais conforme o avanço da idade.
Contudo, os jogos criam o contexto perfeito para facilitar a aproximação das pessoas. Baralho, dominó, xadrez, damas, gamão, entre tantos outros, são praticados todos os dias em diversas praças e em muitos parques pelo Brasil.
E esse foi o meu artigo de hoje com as 7 atividades sociais para propor aos idosos da sua família.
Lembre-se: manter uma vida mais ativa é a melhor escolha para garantir a qualidade de vida de uma pessoa. Independente da idade.
Quer fazer aquele passeio com os idosos da sua família? Então dá uma olhadinha nessa lista prática de cuidados para garantir o conforto e a segurança de todos.
Lembrando que além das dicas presentes neste artigo, convém você também prestar atenção às orientações relacionadas com a prevenção de doenças respiratórias. Estipulados pela sua cidade.
Então, vem comigo que vou te explicar como tornar os passeios com idosos mais tranquilos e agradáveis.
Muito bem, agora deixa eu te contar quais são os principais cuidados ao iniciarmos uma rotina de passeios com idosos. Vou dividir essa sessão de dicas em duas partes:
Dicas antes da rotina
Dicas com a rotina adotada
E você vai entender as razões.
Dicas antes de começar a rotina
Muito bem, antes de iniciar a sua rotina de passeios com idosos é preciso tomar alguns cuidados prévios. São eles:
Fazer exames de rotina para garantir que o idoso está com a saúde em dia
Passar por uma avaliação médica completa, para garantir que o idoso não corre o risco de sofrer nenhuma fratura nas caminhadas (especialmente para pessoas 80+)
Muito bem, superadas essas duas etapas. Agora vou falar sobre as dicas após adotar a rotina.
Cuidados para os passeios
E agora são as dicas para os dias de passeios. A lista de coisas que você deve prestar atenção contém:
Calçados
Protetor solar
Alimentação
Hidratação
Proteção extra contra o sol
Proteção contra as mudanças de temperatura
Proteção contra quedas
Deixa eu explicar cada item individualmente.
Calçados
Os calçados devem ser baixos e confortáveis. Também precisam possuir sola antiderrapante e devem servir perfeitamente aos pés. Calçados muito grandes aumentam as chances do idoso tropeçar, e os calçados pequenos geram desconforto.
Evite permitir que o idoso faça passeios usando chinelos, sobretudo para pessoas acima dos 90 anos.
Protetor solar
Fundamental para proteger a pele do idoso. Use fator 50, no mínimo, para dias de sol. É preferencial que o protetor esteja entre fator 70 e 90 para cidades com alta incidência solar.
Não saia sem protetor, mesmo em dias nublados, a dica é usar fatores 15 ou 30.
Alimentação e hidratação
Os dois itens andam de mãos dadas. Para a hidratação a dica é muito simples: faça o passeio levando uma garrafinha d’água. Já a alimentação precisa ser observada, prefira frutas ou alimentos leves. Evite iniciar o passeio após uma alimentação pesada.
Proteção extra contra o sol
Mesmo com o uso do protetor solar, o sol pode gerar desconforto para o passeio. Por isso, eu indico você levar uma sombrinha, ou então um chapéu, isso irá aumentar o conforto do idoso e evitar queimaduras solares.
A estafa mental é uma doença moderna que aflige muitas pessoas, veja como essa condição está por trás de muitos problemas.
O que é estafa mental? Como ela está associada à vida dos filhos de pais idosos?
Sensação de cansaço, irritação, falta de apetite, incapacidade de concentração, dores de cabeça, dores musculares, ombros rígidos e postura incorreta. São todos sintomas da estafa mental.
Hoje nós vamos conversar sobre ela e como este problema está associado à vida de muitas pessoas, inclusive filhos de pais idosos.
Se você sente, ou conhece alguém que sente, qualquer um dos sintomas do primeiro parágrafo, este artigo lhe trará informações úteis para que você busque alívio. Tem mais, também vamos ensinar como evitar a estafa mental.
Trata-se de um estágio já avançado do cansaço mental. É uma exaustão intensa que gera inúmeros sintomas pelo corpo.
Normalmente, a estafa mental é descrita como a sensação de estar com a mente cheia. E pode vir acompanhada de elementos como: dores, falta de ar, irritação excessiva, falta de energia para lidar com problemas do trabalho, comportamento agressivo com pessoas próximas, até mesmo náuseas são comuns.
Ela é recorrente em mulheres, pois existe uma pressão maior da sociedade para que as mães cuidem do lar e do trabalho ao mesmo tempo. Contudo, praticamente todas as pessoas estão sujeitas e podem sofrer essa estafa mental.
A estafa mental também se fez presente na vida dos filhos de pais idosos. Pois estes devem cuidar de várias questões simultaneamente:
Cuidar da própria vida profissional
Cuidar da família e dos filhos
Cuidar dos pais idosos que já necessitam de atenção
Cuidar da própria vida afetiva e social
Resumindo: a estafa mental é uma reação ao cérebro sobrecarregado de preocupações (reais ou imaginárias), o que acaba desencadeando outros sintomas mais intensos e desconfortáveis.
Quais são os sintomas da estafa mental?
Os principais sintomas da estafa mental estão ligados aos hábitos das pessoas cansadas. Funcionam como uma espécie de amplificador para os problemas subjacentes ou hábitos negativos.
Por exemplo, uma pessoa que esteja sofrendo de estafa mental pode apresentar alguns sintomas, como:
fumar em excesso
irritação
dificuldade para dormir
dificuldade de concentração
dores musculares
alimentação desregulada
choros frequentes
entre outros
Contudo, há casos onde a estafa mental também esteja diretamente relacionada com comportamentos perigosos, como:
direção imprudente
esquecimentos graves – como esquecer de dar um remédio importante ao pai idoso
comportamento violento
abuso de álcool e substâncias psicotrópicas
agressões verbais frequentes
agressões físicas
violência (incluindo verbal) contra idosos
Repare que a estafa mental desregula o comportamento habitual. Fazendo com que a pessoa tenha os sentimentos multiplicados. Sejam eles violentos ou deprimidos.
Entretanto, ela também pode ser a força primária para o desenvolvimento de um novo hábito negativo. Há casos clínicos atestados onde a estafa mental iniciou um vício em jogos, ou em substâncias químicas, por exemplo.
Como a estafa mental influencia a vida dos filhos de pais idosos?
Primeiro, devemos reforçar que ninguém está livre de sofrer um quadro de estafa mental. Por se tratar de uma questão que está ligada à carga mental de cada pessoa, ela pode ser encontrada em todos os extratos sociais e em todas as idades.
Então, não existe alguém que possa se dizer “forte o bastante” para não passar pelo problema.
Dito isso, a estafa mental na vida dos filhos de pais idosos surge quando a pessoa não tem meios de descarregar suas energias. Ou sente que lida com muitas obrigações ao mesmo tempo.
Então, essa estafa mental na vida de filhos de pais idosos gera situações, como:
Falta de tempo para cuidar da vida pessoal
Sem energia para cuidar da vida afetiva do casal
Falta de concentração para crescer na vida profissional
Falta de paciência para lidar com os pais idosos
Falta de tempo / energia para cuidar da própria saúde
Basta imaginar que esse filho se sente “prensado” entre cuidar da própria casa, e garantir o conforto e a segurança dos pais. Tem mais, o idoso pode ter um dia a dia dependente, necessitando de ajuda nos afazeres domésticos ou mesmo para tomar decisões.
Pior ainda, filhos de pais doentes crônicos ou doenças cerebrais severas (como é o caso do Alzheimer) podem sofrer de estafa mental e descontar a raiva (mesmo que inconscientemente) nos pais. Usando linguagem e/ou comportamento rude. O que traz um problema maior para toda a família.
É por isso que soluções como o Alzheimer Care são tão importantes para garantir que a qualidade de vida da família melhore como um todo. Afinal de contas, nenhum filho precisa ser o super-herói.
O que fazer para reverter um quadro de estafa mental?
A melhor maneira de reverter um quadro de estafa mental é diminuir a carga de preocupações da pessoa afetada. Normalmente, isso é feito estipulando-se um acordo entre todos os membros do círculo familiar.
Ou seja, existe uma conversa onde todos concordam com o quadro de estafa mental e se comprometem a dividir o peso das preocupações. De modo que a carga não fique tão pesada para apenas um indivíduo.
Tem mais, filhos de pais idosos também podem contar com a ajuda de profissionais no cuidado com os pais.
Esse ato faz com que boa parte das preocupações seja tirada dos ombros do filho. O que diminui os principais sintomas da estafa mental.
Se fôssemos resumir em uma palavra, o que uma pessoa que sofre de estafa mental precisa é de organização.
Com a rotina organizada e os cuidados sendo divididos entre ele e os profissionais certos, a estafa mental pode desaparecer em poucas semanas.
Por ser um quadro muito particular, a sua prevenção pode ser feita de inúmeras maneiras.
Entretanto, segundo os órgãos de saúde e os conselhos psicológicos de diversos países, as melhores atividades para evitar uma estafa mental, são:
praticar esportes regularmente
manter uma vida social ativa
manter uma vida afetiva ativa
engajar-se em hobbies e atividades prazerosas
ter um tempo para refletir sobre a vida e desacelerar
praticar a meditação (o mindfulness)
ter uma alimentação saudável
conversar regularmente sobre todas as obrigações da casa e dividir as tarefas igualitariamente
frequentar um psicólogo com regularidade
Filhos de pais idosos devem pensar: “mas de onde virá o tempo para que eu trate de todas essas coisas?”. Pois é por essa razão que escrevemos este artigo.
A Senior Concierge tem um serviço perfeito para afastar a estafa mental na vida dos filhos de pais idosos. É o Senior Interativo. Fantástico para quem deseja investir em uma vida saudável, ativa, com autonomia e segurança.
Este serviço garante que o idoso seja bem cuidado e tenha uma vida ativa, plena, autônoma e confortável. O que traz segurança para os filhos e também tempo para cuidar da própria saúde.
Veja o que é a degeneração muscular, como ela pode prejudicar a autonomia de um idoso e quais são as formas de retardar este processo.
A degeneração muscular é uma condição física que se caracteriza pela perda dos músculos. Normalmente, sua ação está associada com o avanço da idade e traz inúmeros problemas para a saúde, podendo até mesmo levar à morte.
Hoje nós vamos mostrar como a degeneração muscular pode ser detectada e quais são os passos para retardar este processo, de modo que a qualidade de vida e o bem-estar sejam prolongados.
Muito bem, vamos começar. Fique confortável e aproveite a leitura!
Degeneração muscular: o que é?
Uma degeneração muscular pode ocorrer por conta de inúmeras doenças – como a esclerose lateral, o avanço da idade, entre tantas outras causas.
Neste artigo nós vamos falar sobre a degeneração muscular causada pela idade. Ou seja, a condição ligada, sobretudo, à perda muscular relacionada à idade do paciente.
Qual é a faixa etária comum para os primeiros sinais de degeneração muscular?
Trata-se de uma patologia multifatorial, ou seja, que tem inúmeros fatores – como alimentação, predisposição genética, entre tantos outros. Existe aí, portanto, diversos mecanismos inflamatórios e neuroendócrinos envolvidos. Entretanto, há idades onde essa degeneração se mostra mais presente.
Suas características mais marcantes costumam aparecer, em média, em:
3 a 5%, dos indivíduos atingidos antes dos 60 anos;
15 a 30% dos indivíduos atingidos após os 60 anos;
Acima de 50% a partir dos 90 anos.
Como é caracterizada a degeneração muscular causada pela idade?
Normalmente, a degeneração muscular causada pela idade é caracterizada pela redução da massa, acompanhada pelo enfraquecimento dos músculos.
Invariavelmente, essa degeneração acaba associada com outros problemas, por exemplo: aumento do risco de quedas e fraturas, incapacidade física, perda dos movimentos, etc.
Quais são os principais tratamentos para retardar a degeneração muscular causada pela idade?
O tratamento da degeneração muscular causada pela idade envolve mudanças no estilo de vida. O que aumenta a possibilidade de iniciar um tratamento de prevenção.
As duas melhores maneiras de combater a degeneração muscular causada pela idade, são:
Depois, com a evolução do problema, haverá a necessidade de intervenção com o uso de suplementos e medicamentos apropriados. Claro que esses suplementos serão adotados apenas após indicação médica.
Quando fazer fisioterapia?
Veja, não existe um relógio biológico fixo que determine “agora é o momento de iniciar um tratamento de fisioterapia”, já que o quadro de degeneração muscular causada pela idade pode progredir ou regredir com base em inúmeros fatores.
Entretanto, é seguro dizer que os exercícios físicos são saudáveis para todos, independente da idade. E são ainda mais indicados para pessoas que estão entrando nos primeiros estágios da degeneração muscular causada pela idade.
Note que a fisioterapia trabalha na reabilitação dos pacientes e usa recursos para auxiliá-lo em duas frentes:
Cuidando para aliviar os sintomas
Promoção da independência e qualidade de vida do idoso.
O que acontece com o paciente que sofre de degeneração muscular causada pela idade?
Há uma redução de massa muscular, diminuição de força muscular, declínio da velocidade de contração muscular e piora do desempenho físico – como os riscos de queda, por exemplo.
Inclusive, pode ocorrer até mesmo a substituição do tecido muscular por tecido gorduroso.
Chamamos de desempenho muscular os 4 fatores que envolvem um músculo:
massa
força
potência
resistência.
Logo, essa perda causa um impacto na autonomia e na qualidade de vida do paciente.
Como retardar a degeneração muscular causada pela idade?
Como mencionamos anteriormente, a degeneração muscular causada pela idade (ou seja, quando não há uma doença ou condição agravante) pode ser combatida de 3 maneiras.
Mudança na alimentação e reforço da hidratação
Inclusão de exercícios físicos próprios
Reforço das vitaminas e adoção de suplementos específicos – somente com indicação médica.
Existe um guia de exercícios para prevenir a degeneração muscular causada pela idade?
Embora o problema deva ser realmente tratado com a adoção de exercícios físicos, seria imprudente estipularmos uma lista “certeira”.
Afinal de contas, cada metabolismo atua de uma maneira e a perda muscular poderá se mostrar de formas diferentes em cada paciente.
Veja, até mesmo atividades corriqueiras, como uma simples caminhada, podem fazer com que o corpo perca massa muscular (devido ao esforço).
Já que os músculos são formados, basicamente, por proteína. Quando há um esforço causado por um exercício, a musculatura fica com microlesões. Essas lesões depois são preenchidas por proteína e assim os músculos crescem.
Entretanto, em pacientes com degeneração muscular causada pela idade, pode acontecer do exercício físico “queimar” a massa muscular. E assim, o corpo, ao invés de ganhar músculos, acaba perdendo ainda mais volume.
Portanto, uma lista de exercícios na internet seria desaconselhável.
A melhor forma de combater a degeneração muscular causada pela idade é procurar um atendimento especializado. Dessa forma, o tratamento será 100% personalizado, o que garante a total eficiência e eliminam-se os riscos à saúde.
Quer saber mais sobre como prevenir ou retardar o processo de degeneração muscular causado pela idade? Acesse agora mesmo a nossa página e conheça a Ginástica Booster 60+. O serviço da Senior Concierge que garante uma vida ativa para o idoso.
Entenda por que o período pós internação por conta do Covid-19 é tão sensível, e quais são os principais cuidados a serem tomados no ambiente doméstico.
O pior já passou!
Com toda certeza é um alívio estar em casa novamente, mas, muitas vezes, ainda é necessário cuidados para que a saúde volte ao equilíbrio, principalmente após o período de internação por conta do Covid-19.
A OMS (Organização Mundial da Saúde) aponta para uma série de problemas, tanto para aqueles deixados pelo vírus, quanto os outros gerados pelo próprio processo de internação.
Hoje nós vamos conversar sobre estes problemas e quais são os principais cuidados para garantir que o paciente retorne o mais breve possível ao estado de segurança, bem-estar e qualidade de vida.
Aproveite a leitura!
Aspectos físicos e respiratórios
Quando falamos sobre cuidados após o período de internação por conta do Covid-19 temos que nos lembrar que o paciente em questão, pode ter passado por uma síndrome respiratória aguda grave (SARS).
Neste caso, houve uma baixa na saturação dos músculos, ou seja, baixa presença de oxigênio, o que acarretou na internação. Sendo assim, o corpo deixará o período internado debilitado, necessitando assim de fisioterapia para recuperação pulmonar.
Além disso, não é incomum que pacientes precisem, por exemplo, de uma cadeira de rodas durante os primeiros 10 dias.
Dessa maneira, qualquer exercício de recuperação deve ser especialmente indicado por um profissional competente. Uma vez que as circunstâncias do corpo são especialmente sensíveis.
Tem mais, o próprio período de internação faz com que os músculos fiquem parados e tenham sinais de atrofia. O que pode gerar contusões e entorses, caso haja um esforço exacerbado.
O mais indicado é que o paciente passe por uma fisioterapia especializada.
Fibrose nos pulmões
O Covid-19 se aloja especialmente nas células pulmonares e lá ele cria inúmeros problemas. O primeiro deles é o aumento de líquido nos pulmões, o segundo é o surgimento de fibroses.
As fibrose são “cicatrizes” deixadas pela “batalha” entre o Covid-19 e o sistema imunológico.
Quando o paciente passou por uma internação com mais de 20% do pulmão comprometido, é provável que o número de fibroses seja tal que este paciente jamais tenha a mesma saúde pulmonar.
Isso significa que este paciente passará, com mais frequência, por situações, como:
Falta de ar
Incapacidade de fazer exercícios físicos com o mesmo vigor apresentado antes da infecção
Falta de capacidade pulmonar – utilizada para tocar instrumentos de sopro, por exemplo, ou praticar mergulho.
Isso para mencionar apenas os três principais.
Entretanto, pouco a pouco, é provável que o corpo se adapte ao “novo estado permanente do pulmão” e o paciente se sinta menos cansado com tanta frequência.
Mais uma vez, para cuidar desse problema é necessária a presença de uma equipe treinada. Uma vez que cada caso deverá ser observado e tratado em particular.
Aspectos cognitivos e cerebrais
Em matéria publicada pela revista Veja, são mostrados os dados de como a internação causada pelo Covid-19 impacta na vida dos pacientes. Segundo a matéria, as principais sequelas deixadas pelo coronavírus incluem:
Problemas nos rins
Pulmões
Coração
Além de problemas cerebrais
Os três primeiros pontos são bem conhecidos, e já falamos especificamente dos pulmões, entretanto, este último, problemas cerebrais, requer atenção total.
Problemas mentais pela internação por conta do Covid-19
Há dois sintomas alarmantes causados pelo Covid-19 em diversos pacientes que passaram por um período de internação: confusão e delírio. Aponta uma segunda matéria, essa publicada pela BBC.
Os sinais mais claros são de estresse pós-traumático. Quando o paciente vive uma experiência na qual não tem o controle sobre a sua segurança e depois transfere essa sensação de fragilidade para o cotidiano.
É comum que pacientes pós internados, que tiveram crises respiratórias graves em estado acordado, sintam sintomas parecidos com a falta de ar e a agonia causada pela Covid-19.
Nesses cenários, o melhor a ser feito é contar com a ajuda de uma equipe médica responsável pela readaptação deste paciente.
Entretanto, pode ser que nem todos os sintomas sejam psicossomáticos, ou seja, gerados pelo psicológico do paciente. Nestes casos, o acompanhamento de um médico é fundamental, para avaliar o que de fato é um problema pulmonar e o que é uma reação psicossomática à uma situação de estresse.
Relação entre a segurança e o estresse
Depois de entendermos os principais problemas físicos e mentais causados por uma internação em decorrência do Covid-19, podemos enxergar a relação entre segurança e estresse.
É indiscutível que a experiência da internação deixa marcas psicológicas. Já que o paciente terá vivido uma situação potencialmente perigosa. Vítima de uma doença desconhecida e alarmante.
Tem mais, as sequelas físicas geram uma situação nova de fragilidade. Uma pessoa ativa, por exemplo, que depois venha a viver as dificuldades motoras do período pós internação, pode acabar sendo levada a um estado de letargia, desânimo e até melancolia.
Readaptação da família – uma nova fase para todos
Sendo assim, a readaptação da família também é fundamental nesse processo. O paciente recém chegado do período pós internação por conta do Covid-19 requer cuidados especiais.
E a família também precisa compreender que precisará passar por uma etapa de adaptação. Garantindo que este paciente tenha uma vida ativa, dinâmica, acolhedora e possa, dia após dia, voltar a normalidade.
Leveza, bem-estar e qualidade de vida
Com os cuidados certos e o tempo correto de espera, será possível recuperar a leveza, o bem-estar e a qualidade de vida de todos os pacientes que passaram pela terrível experiência de uma internação por conta do Covid-19.
Quer saber mais sobre o assunto? Acesse agora mesmo o nosso site e conheça como podemos auxiliar você e a sua família em um momento tão delicado.
Saiba o que acontece com o cérebro dos pacientes com Alzheimer e quais práticas auxiliam na qualidade de vida
Você sabe como o Alzheimer compromete a saúde cerebral? A doença transforma os idosos em dependentes de cuidados especiais, além da necessidade de familiares ou cuidadores por perto.
Embora seja comum as pessoas pensarem que o paciente sofre com problemas de memória recente, há muito mais para se saber sobre o Alzheimer.
Quem possui familiares idosos, precisa entender como a doença afeta o sistema nervoso, e qual a importância de práticas adequadas para uma vida melhor.
No artigo que preparamos, você vai descobrir como o cérebro reage, quais os sintomas e o que pode ajudar os pacientes.
Boa leitura!
Como o Alzheimer impacta o cérebro?
A doença de Alzheimer corresponde ao processo de perda de células cerebrais. O envelhecimento humano provoca alterações no tecido cerebral, mas no caso da doença esse processo ocorre de forma patológica.
Na prática, o Alzheimer tem relação com a morte de células e disfunções proteicas.
Inicialmente, proteínas criam placas no cérebro que, mais tarde, se espalham pelos neurônios. O resultado dessa ação é uma degeneração gradativa do tecido cerebral, o que justifica o surgimento tardio de sintomas.
O declínio cognitivo, típico do Alzheimer, se apresenta quando a atrofia está em andamento.
Perda de memória recente e confusão são os primeiros sintomas da doença
O entrelaço que se forma no cérebro também induz a um conjunto de manifestações como alterações de comportamento e dificuldade para realizar as tarefas no dia-a-dia.
Isso acontece porque a coordenação motora passa a apresentar limitações para afazeres simples.
Agressividade, agitação e alucinações são alguns exemplos. Por isso, é fundamental que os familiares e pessoas próximas estejam atentos a situações recorrentes de perda de memória e possível confusão mental.
Quando identificado nos estágios iniciais, Alzheimer pode ser minimizado com atividades adequadas, trazendo mais qualidade de vida ao paciente.
Conheça as melhores práticas para casos de Alzheimer
Existem alternativas que atuam na prevenção e no tratamento da doença.
O Alzheimer não tem cura mas, com a inserção dos exercícios na rotina, é possível estimular o paciente e trazer mais qualidade de vida nos estágios iniciais. A fisioterapia é um dos exemplos.
A fisioterapia pode ser importante para manter ou melhorar as habilidades motoras e a mobilidade do corpo, além de auxiliar no equilíbrio.
Além disso, esse cuidado com o corpo impacta diretamente na quantidade de acidentes, por exemplo.
A terapia ocupacional é uma grande aliada na luta contra os sintomas do Alzheimer
Essa especialidade atua no apoio às funções cognitivas, com base no estímulo por meio de jogos, leitura, atividades como pintura e jardinagem e muitos outros, podendo ser adaptado para uma predisposição de atividade do paciente.
Outro aspecto importante são os ganhos em comportamento e humor, pois o paciente consegue minimizar agressividade, irritação e outros traços da doença.
Em relação à perda de memória recente, a Terapia de Orientação para Realidade é um suporte.
Os efeitos na memória
Datas, eventos e informações pessoais são estimuladas com técnicas profissionais que permitem, ainda, a criação de um diário ou painel
Nele, podem ser colocados também os acontecimentos recentes e um calendário, para incentivar o registro das lembranças.
A prática de atividades lúdicas, leitura, jogos de raciocínio e a aprendizagem de algo novo são indicações para prevenir o Alzheimer.
Isso se deve à proteção que o cérebro cria com a repetição desses exercícios, que também trazem benefícios a quem já desenvolveu a doença.
Saúde física e mental andam juntas
O Alzheimer é uma doença de causa incerta, sem vínculo aparente com a hereditariedade.
Seu quadro é progressivo e degenerativo, com sintomas que surgem gradualmente e podem passar despercebidos em estágios iniciais.
A perda de células cerebrais atrofia permanentemente o tecido, comprometendo funções motoras e cognitivas.
O cuidado é mais do que necessário
É fundamental procurar ajuda especializada e, com este profissional, desenvolver atividades que façam parte da rotina do idoso.
Lembrando que os hábitos são capazes de melhorar a qualidade de vida, pois trabalham, sobretudo, as capacidades físicas e mentais do paciente. E claro, o apoio da família nesse momento é extremamente importante, já que se trata de uma condição sem cura.
O Alzheimer precisa de acompanhamento profissional, já nos primeiros estágios. Atividades externas, como caminhadas, auxiliam a saúde do paciente.
Atividades lúdicas, exercício físico, terapias e estímulo diários são as bases para uma melhor convivência com os sintomas.
Entendemos que um acompanhamento diário pode auxiliar a diminuir a incidência de problemas e manter a motivação do paciente por muito mais tempo.
Conheça os benefícios que as atividades físicas podem trazer para a memória de quem amamos
Você sabia que atividades físicas e a memória têm muito em comum? Esse quadro se aplica a todos os indivíduos, mas ganha mais importância quando pensamos nos maduros.
Nessa etapa da vida, os estímulos são essenciais e os efeitos dos exercícios se estendem a variadas esferas do cotidiano. Isso porque as transformações não são permanentes em todos os casos, o que sinaliza que a recuperação das funções cerebrais é possível.
Por isso, movimentar-se é o primeiro passo para melhorar e preservar a memória, principalmente combinando diferentes tipos de estímulo. Quer saber mais sobre atividades físicas e a memória? Continue a leitura e descubra que inserir essa prática na rotina melhora significativamente a qualidade de vida dos idosos e tem um impacto positivo na saúde mental.
As atividades físicas e a memória: qual a influência?
As atividades físicas e a memória se relacionam com os efeitos das substâncias liberadas durante a prática.
Indo além, o exercício estimula:
mudanças fisiológicas
melhoram a capacidade cognitiva
melhoram as funções de vasos sanguíneos no cérebro.
As células cerebrais também são estimuladas e têm mais capacidade de sobreviver de forma saudável.
Estes são motivos excelentes para aliar atividades físicas e a memória. No caso dos idosos, essa combinação é ainda mais importante.
Afinal, o envelhecimento contribui para variados níveis de comprometimento cognitivo e pode haver maior dificuldade no processamento de informações, demandando o estímulo a áreas cerebrais responsáveis pela memória, por exemplo.
Como a prática de exercícios traz benefícios para a vida dos idosos
A prática de exercícios é determinante para o bem-estar nessa etapa da vida. Isso porque qualquer tipo de movimento como pedalar, caminhar, fazer yoga ou atividades com peso, por exemplo, traz resultados.
A memória também se beneficia com a adoção dessa rotina, trazendo mais independência e confiança no dia-a-dia, mesmo quando o idoso já apresenta comprometimento leve nas funções relacionadas.
A liberação de hormônios que ocorre com os exercícios também é destaque com a endorfina, por exemplo.
Logo, atividades físicas e a memória se conectam quando a substância é liberada no organismo durante a prática. Ela é uma reguladora da memória, o que reforça a importância de um corpo ativo para uma mente saudável e longeva.
Há, ainda, outros impactos positivos:
Idosos que praticam atividade física percebem um sono mais tranquilo e restaurador
Promove noites com mais qualidade
Esse descanso é essencial para a saúde do cérebro e o processamento das memórias, além de melhorar o humor. Juntos, esses fatores garantem melhoria cognitiva.
Integrando corpo e mente para mais qualidade de vida
Atividades físicas e a memória são parte de uma lista de cuidados específicos para todos, em especial os idosos.
Por se tratar de uma etapa na qual existe um risco maior de dependência e prejuízos físicos relacionados ao estilo de vida, os detalhes importam.
É comum que, com o envelhecimento, os indivíduos se sintam isolados, sintam insegurança para sair sozinhos, pouco estimulados ou mesmo dependentes de outras pessoas.
Por essa razão, a prática de exercícios tem impactos na qualidade de vida como um todo.
O corpo se beneficia com mais fortalecimento e condicionamento, ideais para evitar acidentes e dificuldades de movimentação.
Além disso, as práticas coletivas estimulam a socialização e as habilidades de comunicação. Aprender também incentiva o aspecto cognitivo.
Saúde mental para os idosos
Os idosos apresentam maior necessidade de manutenção e aprimoramento das funções cognitivas, uma vez que as perdas são comuns com o envelhecimento.
A relação entre atividades físicas e a memória se dá com benefícios ao organismo como um todo.
O movimento melhora:
o sono
o humor
a performance cognitiva
Além de trabalhar a liberação de hormônios. Por isso, inserir exercícios na rotina é um dos passos para uma vida mais saudável e plena.
As atividades físicas e a memória demonstram os impactos positivos na saúde física e no bem-estar mental.
Ao longo do artigo, você conheceu os benefícios dessa prática e sua extensão na socialização e no desempenho cognitivo do idoso.
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